Operação combate a pesca ilegal em Rio Grande Ainda sem avaliações.

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Objetivo é fiscalizar a prática predatória, que traz efeitos negativos à safra do camarão no município

Dando início a uma série de ações especiais planejadas para coibir a pesca ilegal em Rio Grande, foi realizada ontem uma operação de fiscalização integrada entre a Patrulha Ambiental da Brigada Militar (Patram) e a Guarda Municipal. O objetivo foi verificar o uso do berimbau e de outros materiais que são proibidos, uma vez que permitem a captura do camarão ainda em estágio inicial de crescimento.

Participaram da atividade duas equipes da Patram, uma terrestre e outra por água, e duas viaturas da GM, que também utilizou a unidade móvel de videomonitoramento. Foram percorridas as orlas da Henrique Pancada, São Miguel, Bosque e as ilhas do Leonídio e dos Marinheiros.

Na oportunidade, não foram realizadas abordagens, pois não foram encontradas embarcações em atuação ilegal. Entretanto, durante a ação, a Patram apreendeu uma rede com malha menor que a permitida. Mesmo sem a identificação do responsável, foi feita a comunicação de ocorrência por utilização de apetrechos proibidos.

Operação em Rio Grande foi avaliada como Positiva

Para o subcomandante da Guarda Municipal, Gilnei Bandeira Antunes, a operação foi positiva, já que a presença das forças de segurança nas áreas pesqueiras mostra à comunidade que as autoridades estão agindo. “A pesca de arrasto com o berimbau é predatória e vem prejudicando o pescador profissional, aquele que vive da pesca. Toda fiscalização é válida e devemos realizar novas ações semelhantes para conseguirmos melhores resultados”, afirma.

A opinião também é compartilhada pelo sargento Alisson, da Patram, que avaliou a ação como importante no sentido de prevenção, deixando o alerta aos pescadores de que os órgãos estão atentos ao uso de apetrechos proibidos que possam ocasionar pesca predatória e impacto ambiental.

Reunião definiu atividades conjuntas e campanha educativa

A operação conjunta foi acertada na segunda-feira, em reunião com a presença do prefeito Fábio Branco (MDB), do secretário da Pesca, Bercílio Silva, do secretário de Segurança, Anderson Castro, e de representantes da Patram, Ibama e da Colônia de Pescadores Z-1. No encontro, autoridades e pescadores explicaram que o uso do berimbau e de outros itens prejudicam o desenvolvimento do crustáceo e, consequentemente, a safra do camarão de Rio Grande.

Sobre o tema, a Secretaria da Pesca, Agricultura e Cooperativismo deverá divulgar, nos próximos dias, um material explicativo produzido a respeito da pesca ilegal e apetrechos proibidos. A intenção é conscientizar pescadores e comunidade em geral sobre os efeitos negativos da prática e as consequências sociais atreladas à falta do crustáceo, como a redução da renda das famílias que dependem da atividade pesqueira em Rio Grande.

Fonte: Redação / Diário Popular

Considerações finais

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